Nunca pensei que fosse agradecer por estar ouvindo alemão, mas admito que isso aconteceu. Quando eu e a Mari chegamos aqui na Alemanha foi um alívio tão grande. 11h da noite, lojas abertas, gente na rua e cidade funcionando normalmente. Gente, foi outro astral.
Acho que peguei trauma de Praga, porque, além de tudo que aconteceu, a cidade não era lá essas coisas, só tinha gente com mais de 80 anos no meio da rua, todo mundo fedia e ninguém falava inglês; era checo 24h por dia.
Aqui em Munique foi tudo tão bom. A cidade é LINDA e as pessoas são ótimas! Todo mundo fala inglês e são simpáticos com os turistas. Teve até uma senhora que viu a gente quebrando a cabeça com o mapa e parou pra oferecer ajudar (só que foi em alemão). Aí a gente ficou tentando explicar que não falávamos a língua dela, mas ela insistia em ajudar. Não saiu do nosso lado até o momento que a gente entendeu pra onde era o lugar que queríamos ir. Fiquei besta! Se nem na Itália tinha acontecido isso, a Alemanha, pra mim, era o lugar mais improvável.
Então.. a Mari foi hoje pra Köln, uma outra cidade da Alemanha, e já já eu tô indo pra Paris encontrar meu pai. Não sei quando dou as caras de novo por aqui, por isso, feliz ano novo de antemão pra todo mundo. :)
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
A praga de Praga.
A causa do sumiço são questões técnicas. Resumindo bem resumido tudo que aconteceu nesses últimos dias, foi o seguinte:
Na Bélgica só fui mesmo em Bruxelas porque tinha combinado de se encontrar em Viena com uma amiga de Londres. A cidade não tem taaaanta coisa pra fazer, mas é divertida. Tudo é bem diferente do outro lado da Europa. A língua, pessoas, costumes, culturas e tal. A batata frita, que foi inventada lá, é mesmo maravilhooooosa.. comi até espocar. A sede da União Européia não é nada demais.. uma decepção grande. Mas, enfim, ainda quero voltar lá pra conhecer Bruges.
Na Áustria foi tudo MA-RA-VI-LHO-SO! Encontrei com a Mari em Viena, que, por sinal é liiiinda, aconchegante e tem o melhor Christmas Market do mundo. Sério, dá pra comparar com Paris, de tão inacreditável que chega a ser.
Depois de 4 dias em Viena, viemos pra Praga passar o natal. Estávamos super empolgadas, mas foi só pisar no território checo que tudo mudou. Primeiro esqueci minha bolsa (com laptop, passaporte, passagens de trem, carregadores, etc) no trem e não achei mais. A partir daí parecia que eu e a Mari estávamos competindo pra ver quem era a mais azarada.
Praga realmente foi uma praga pra gente. A cidade é até bonitinha, mas a beleza fora do normal, que muita gente diz ter, não encontramos em nenhum canto. O povo chega a ser mais feio do que no Ceará e a educação passa longe daqui. Nosso Natal foi beber champagne olhando uma pra cara da outra e rindo de tudo que a gente tinha passado, porque a cidade inteira fechou e não tinha bulhufas pra fazer em nenhum canto. Uhu!
Queria contar mais detalhes, mas tenho que correr pra continuar resolvendo os negócios na Embaixada (do passaporte) e sair dessa cidade o mais rápido possível (a gente tá indo pra Munique, na Alemanha). No mais, eu tô bem. aeuhae
Na Bélgica só fui mesmo em Bruxelas porque tinha combinado de se encontrar em Viena com uma amiga de Londres. A cidade não tem taaaanta coisa pra fazer, mas é divertida. Tudo é bem diferente do outro lado da Europa. A língua, pessoas, costumes, culturas e tal. A batata frita, que foi inventada lá, é mesmo maravilhooooosa.. comi até espocar. A sede da União Européia não é nada demais.. uma decepção grande. Mas, enfim, ainda quero voltar lá pra conhecer Bruges.
Na Áustria foi tudo MA-RA-VI-LHO-SO! Encontrei com a Mari em Viena, que, por sinal é liiiinda, aconchegante e tem o melhor Christmas Market do mundo. Sério, dá pra comparar com Paris, de tão inacreditável que chega a ser.
Depois de 4 dias em Viena, viemos pra Praga passar o natal. Estávamos super empolgadas, mas foi só pisar no território checo que tudo mudou. Primeiro esqueci minha bolsa (com laptop, passaporte, passagens de trem, carregadores, etc) no trem e não achei mais. A partir daí parecia que eu e a Mari estávamos competindo pra ver quem era a mais azarada.
Praga realmente foi uma praga pra gente. A cidade é até bonitinha, mas a beleza fora do normal, que muita gente diz ter, não encontramos em nenhum canto. O povo chega a ser mais feio do que no Ceará e a educação passa longe daqui. Nosso Natal foi beber champagne olhando uma pra cara da outra e rindo de tudo que a gente tinha passado, porque a cidade inteira fechou e não tinha bulhufas pra fazer em nenhum canto. Uhu!
Queria contar mais detalhes, mas tenho que correr pra continuar resolvendo os negócios na Embaixada (do passaporte) e sair dessa cidade o mais rápido possível (a gente tá indo pra Munique, na Alemanha). No mais, eu tô bem. aeuhae
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Ora, pois.
Fui pra Portugal com o pensamento de meu Deus, o que eu vou fazer em Lisboa? E saí de lá pensando: gente, não quero sair daqui jamais!
Andar pelas ruas de Lisboa é confortante até dizer chega. Do Castelo de São Jorge dá pra se ter uma visão da cidade inteira (uma das mais lindas da Europa); Em Belém, se come os tradicionais e deliciosos pasteizinhos de nata; A paisagem composta da Torre de Belém e da Ponte 25 de abril não existe, de tão relaxante que é; Os banquinhos da cidade decorados com poemas de escritores, como Fernando Pessoa, dão um tom diferente; As estações de metrô viraram museus.. cada uma mais enfeitada do que a outra; O Parque das Nações é sem igual! Uma mistura de natureza com modernidade que te faz querer ficar por lá horas e horas.
Também fui pra Porto, outra cidade. Fiquei pouco tempo, mas o que conheci, adorei! Portugal é aconchegante, tem comida boa, pessoas simpáticas e tudo beeeeem barato. Me apaixonei completamente! Pra quem tem uma opinião mais ou menos de lá, como eu tinha, fica aqui meu depoimento positivo da cidade. :)
Agora estou em Bruxelas, na Bélgica, mas isso fica pra outro dia.
Andar pelas ruas de Lisboa é confortante até dizer chega. Do Castelo de São Jorge dá pra se ter uma visão da cidade inteira (uma das mais lindas da Europa); Em Belém, se come os tradicionais e deliciosos pasteizinhos de nata; A paisagem composta da Torre de Belém e da Ponte 25 de abril não existe, de tão relaxante que é; Os banquinhos da cidade decorados com poemas de escritores, como Fernando Pessoa, dão um tom diferente; As estações de metrô viraram museus.. cada uma mais enfeitada do que a outra; O Parque das Nações é sem igual! Uma mistura de natureza com modernidade que te faz querer ficar por lá horas e horas.
Também fui pra Porto, outra cidade. Fiquei pouco tempo, mas o que conheci, adorei! Portugal é aconchegante, tem comida boa, pessoas simpáticas e tudo beeeeem barato. Me apaixonei completamente! Pra quem tem uma opinião mais ou menos de lá, como eu tinha, fica aqui meu depoimento positivo da cidade. :)
Agora estou em Bruxelas, na Bélgica, mas isso fica pra outro dia.
domingo, 14 de dezembro de 2008
De Madri à Lisboa.
A noite de Madrid não é só um mito. Ela, realmente, é muuuito boa. O único problema é que, aqui na Espanha, é permitido fumar em qualquer lugar, daí você vai pra boate e volta pra casa quase um cinzeiro. Prometo que meu cabelo ficou fedendo dois dias e o cheiro na minha roupa ainda não saiu, mesmo eu tendo deixado um dia de molho. Argh!
Deixando a Espanha um pouco de lado, cheguei hoje em Portugal, mais exatamente em Lisboa. Vou ficar dois dias aqui e depois passo um dia em Porto. Acho que é o bastante.. ninguém nunca me disse que Portugal é maravilhoso, super interessante e um país perfeito, então, só vim pra ter minha opinião mesmo.
No mais, é aliviante poder falar na minha língüa com qualquer pessoa na rua e ser entendida. Estar na Europa e ver tudo escrito em português chega a ser estranho. Dá a sensação de aquilo é feito só pra você. aeuhae
Deixando a Espanha um pouco de lado, cheguei hoje em Portugal, mais exatamente em Lisboa. Vou ficar dois dias aqui e depois passo um dia em Porto. Acho que é o bastante.. ninguém nunca me disse que Portugal é maravilhoso, super interessante e um país perfeito, então, só vim pra ter minha opinião mesmo.
No mais, é aliviante poder falar na minha língüa com qualquer pessoa na rua e ser entendida. Estar na Europa e ver tudo escrito em português chega a ser estranho. Dá a sensação de aquilo é feito só pra você. aeuhae
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Espanha = festa.
Geente, essa Espanha é maravilhosa demais! Ontem encontrei uma amiga que conheci na Itália e mora aqui em Madrid. Fomos tipicamente espanholas e comemos tapas e bebemos sangria. Bom demaaais!
Hoje fui passar um dia em Toledo. No ônibus, indo pra lá, conheci três pessoas de Jerusalém e duas meninas da Austrália.* Nos juntamos e foi maravilhoso! A cidade é super linda (lembra algumas da Itália) e a companhia ajudou demais. Andamos demaaaaaais.. foi um sobe e desce sem fim. Cheguei em Madrid MORTA, desejando um banho quente e uma cama. A primeira parte do desejo já foi providenciada, mas a segunda fica pra depois, porque hoje tem mais tapas + sangria e depois a gente vai sair pra alguma boate.
Aaah, notícia boa: meu novo cartão de crédito chegou hoje e eu nem vou mais passar fome. aeuhae
*eu prometo que, quando eu voltar pro Brasil, a coisa mais difícil de se acostumar vai ser falar somente português toda hora e só conviver com brasileiros. Nada contra ao meu país, mas é que é tããão bom conhecer pessoas de todos os lugares do mundo!
Hoje fui passar um dia em Toledo. No ônibus, indo pra lá, conheci três pessoas de Jerusalém e duas meninas da Austrália.* Nos juntamos e foi maravilhoso! A cidade é super linda (lembra algumas da Itália) e a companhia ajudou demais. Andamos demaaaaaais.. foi um sobe e desce sem fim. Cheguei em Madrid MORTA, desejando um banho quente e uma cama. A primeira parte do desejo já foi providenciada, mas a segunda fica pra depois, porque hoje tem mais tapas + sangria e depois a gente vai sair pra alguma boate.
Aaah, notícia boa: meu novo cartão de crédito chegou hoje e eu nem vou mais passar fome. aeuhae
*eu prometo que, quando eu voltar pro Brasil, a coisa mais difícil de se acostumar vai ser falar somente português toda hora e só conviver com brasileiros. Nada contra ao meu país, mas é que é tããão bom conhecer pessoas de todos os lugares do mundo!
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
mais uma daquelas..
Enfim voltei a dar as caras por aqui. Nesse período fui pra Málaga e fiquei na casa de uns amigos. Me diverti bastaaante e até consegui pegar 20 graus no último dia. Nem sabia mais o que era sair de casa sem o casaco por cima de duas blusas. Mas, pra acabar com o conto de fadas que tem sido esse blog há uns tempos, aconteceram coisas chatíssimas lá também.
Na saída da boate que a gente foi, já de madrugada, levaram minha bolsa com todo meu dinheiro, cartão de crédito e celular. Fiquei desesperadíssima! Sair do Brasil sem nunca ter sido assaltada e na Europa acontecer isso, ninguém merece. Mas já soube que é a coisa mais corriqueira na Espanha, não importa a cidade. Pelo jeito, as pessoas serem mais abertas, não é a única característica similar ao Brasil.
Voltando.. o cartão foi cancelado antes que usassem, mas o resto ficou de presente mesmo. Sorte que o passaporte, Ipod e câmera não estavam lá. Tá, mas o que fazer quando você está sozinha em outro continente, num país que não fala sua língüa e ainda mais sem nenhum dinheiro? Se chorar fosse a solução dos meus problemas, eu já não teria mais nenhum, prometo.
Consegui dinheiro emprestado pra passagem de trem pra outra cidade, comer algo e pagar metade do albergue em Sevilha. Teoricamente, quando chegasse lá, ia pegar uma quantia que tinham mandado pra que eu sobrevivesse até chegar o novo cartão. Mas, por culpa dos espanhóis serem os mais vagabundos de todos os povos, eu fiquei sem nada durante mais dois dias. Sábado essa agência não tava aberta porque era feriado; domingo continuava fechada porque nada abre; segunda ainda estava na mesma porque, simplesmente, era segunda (foi essa explicação que me deram, juro!). As plaquinhas avisando que de lunes à viernes o horário é de 8h as 21h são só para enfeitar. Deu meio-dia e parecia que a cidade ainda dormia, acreditem.
Por sorte, achei 4 euros de moedas jogados na minha mala e foi com isso que me virei com o almoço e o jantar do domingo. Na segunda, consegui pegar o dinheiro só às 2h, fui correndo pagar o hostel, peguei minhas coisas e corri pra estação. Quando chego lá, o cara vem me dizer que não tinha mais passagem pra Madrid - só na primeira classe que era absurdamente caro. Comecei a chorar de tão cansada que tava de nada dar certo e acho que ele ficou com pena de mim, porque começou a me acalmar, conversar comigo e, no meio disso, perguntou se eu tinha o Eurail Pass. Eu disse que sim e ele disse que ia ver o que podia fazer. Entrou numa cabine e voltou uns 5 minutos depois dizendo que ia me colocar na primeira classe se eu pagasse 39 euros. CLARO que aceitei!
E esse foi meu presente por tudo que eu tinha passado. O trem era maravilhoso, cheio de regalias, comidas maravilhosas, filme, revistas, internet, suquinhos e cafés a todo momento, música e poltrona gigante e acolchoada. Tava me sentindo um peixe fora d’água do lado de todos aqueles ricaços. aeuhae
Minha saga foi essa. Agora tô em Madrid, esperando meu cartão que tem previsão pra chegar na sexta-feira. Até lá, a única certeza que tenho são três noites de albergue e dinheiro pra comer. O resto só Deus mesmo.
Na saída da boate que a gente foi, já de madrugada, levaram minha bolsa com todo meu dinheiro, cartão de crédito e celular. Fiquei desesperadíssima! Sair do Brasil sem nunca ter sido assaltada e na Europa acontecer isso, ninguém merece. Mas já soube que é a coisa mais corriqueira na Espanha, não importa a cidade. Pelo jeito, as pessoas serem mais abertas, não é a única característica similar ao Brasil.
Voltando.. o cartão foi cancelado antes que usassem, mas o resto ficou de presente mesmo. Sorte que o passaporte, Ipod e câmera não estavam lá. Tá, mas o que fazer quando você está sozinha em outro continente, num país que não fala sua língüa e ainda mais sem nenhum dinheiro? Se chorar fosse a solução dos meus problemas, eu já não teria mais nenhum, prometo.
Consegui dinheiro emprestado pra passagem de trem pra outra cidade, comer algo e pagar metade do albergue em Sevilha. Teoricamente, quando chegasse lá, ia pegar uma quantia que tinham mandado pra que eu sobrevivesse até chegar o novo cartão. Mas, por culpa dos espanhóis serem os mais vagabundos de todos os povos, eu fiquei sem nada durante mais dois dias. Sábado essa agência não tava aberta porque era feriado; domingo continuava fechada porque nada abre; segunda ainda estava na mesma porque, simplesmente, era segunda (foi essa explicação que me deram, juro!). As plaquinhas avisando que de lunes à viernes o horário é de 8h as 21h são só para enfeitar. Deu meio-dia e parecia que a cidade ainda dormia, acreditem.
Por sorte, achei 4 euros de moedas jogados na minha mala e foi com isso que me virei com o almoço e o jantar do domingo. Na segunda, consegui pegar o dinheiro só às 2h, fui correndo pagar o hostel, peguei minhas coisas e corri pra estação. Quando chego lá, o cara vem me dizer que não tinha mais passagem pra Madrid - só na primeira classe que era absurdamente caro. Comecei a chorar de tão cansada que tava de nada dar certo e acho que ele ficou com pena de mim, porque começou a me acalmar, conversar comigo e, no meio disso, perguntou se eu tinha o Eurail Pass. Eu disse que sim e ele disse que ia ver o que podia fazer. Entrou numa cabine e voltou uns 5 minutos depois dizendo que ia me colocar na primeira classe se eu pagasse 39 euros. CLARO que aceitei!
E esse foi meu presente por tudo que eu tinha passado. O trem era maravilhoso, cheio de regalias, comidas maravilhosas, filme, revistas, internet, suquinhos e cafés a todo momento, música e poltrona gigante e acolchoada. Tava me sentindo um peixe fora d’água do lado de todos aqueles ricaços. aeuhae
Minha saga foi essa. Agora tô em Madrid, esperando meu cartão que tem previsão pra chegar na sexta-feira. Até lá, a única certeza que tenho são três noites de albergue e dinheiro pra comer. O resto só Deus mesmo.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
¡Hola!
Para os que eu não dei notícias de vida antes, cheguei em Barcelona. Não parei quieta um minuto desde que cheguei. Acordando cedo, andando milhas, conhecendo gente, aprendendo espanhol e comprando tudo barato – pausa para detalhe: caramba, morando em Londres e passeando por Paris, eu já tinha perdido a noção do quanto se pode adquirir coisas boas com pouco dinheiro. Que alívio estar na Espanha!
A cidade é suuuper interessante. As obras de Gaudí são maravilhosas! Fico de queixo caído com cada uma. Mas o que me fez parar e não querer sair dali jamais foi a Sagrada Família. Ela é mesmo tudo que dizem. Até não estando pronta, ela consegue prender a atenção de qualquer um que passa por perto. Passei uma hora tirando fotos de todos os ângulos. aeuhae
O hostel que eu tô é PERFEITO! Todo lindo, organizado, com piscina, sauna, quadra de jogos, lockers individuais, colchão macio, café da manhã, internet de graça, cozinha, localização boa e banheiro grande. Ainda foi super barato porque tá em inauguração. Ah, conheci duas australianas muito gente boa no albergue. A gente fez compras e andamos um pouco pela cidade hoje.
E a língüa? Tá, eu não sou muito fã de espanhol, mas é tão bom falar e ser entendida. Não agüentava mais fazer mímicas com os franceses e ainda receber mil caras feias e respostas ignorantes.
Amanhã tô indo pra Málaga, no sul da Espanha.
A cidade é suuuper interessante. As obras de Gaudí são maravilhosas! Fico de queixo caído com cada uma. Mas o que me fez parar e não querer sair dali jamais foi a Sagrada Família. Ela é mesmo tudo que dizem. Até não estando pronta, ela consegue prender a atenção de qualquer um que passa por perto. Passei uma hora tirando fotos de todos os ângulos. aeuhae
O hostel que eu tô é PERFEITO! Todo lindo, organizado, com piscina, sauna, quadra de jogos, lockers individuais, colchão macio, café da manhã, internet de graça, cozinha, localização boa e banheiro grande. Ainda foi super barato porque tá em inauguração. Ah, conheci duas australianas muito gente boa no albergue. A gente fez compras e andamos um pouco pela cidade hoje.
E a língüa? Tá, eu não sou muito fã de espanhol, mas é tão bom falar e ser entendida. Não agüentava mais fazer mímicas com os franceses e ainda receber mil caras feias e respostas ignorantes.
Amanhã tô indo pra Málaga, no sul da Espanha.
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